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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Estudo Bíblico - Plenamente homem e plenamente Deus - Parte 3

Ontem, quarta-feira, 12-09-2012, tivemos mais um Estudo Bíblico - E.B.Q. continuação do estudo de quarta-feira 

A Pra. SuzeCristina, deu início a reunião com uma belíssima oração.

Em seguida, o Pr. Júlio César, trouxe o estudo da noite: plenamente homem e plenamente Deus - Parte 3.

Por que era necessário que o Redentor fosse humano?

a) para ser exemplo a todos nós (Mt 11:29  Jo 13:13-15  Rm 8:29  Fp 2:5-8, Hb 12:2-4  1Pe 2:21  1Jo 2:6)

b) para cumprir o propósito de Deus demonstrar o controle sobre a carne (Ef 1:22  Hb 2:8-9)

c) para representar genuinamente seu povo como o segundo Adão, o único mediador (Rm 5:15-19 1Co15:21-23 1Tm2:5)

d) para estar sob a Lei a fim de cumpri-la por seu povo (Gl 4:4-5)

e) para arcar moral, física e espiritualmente com as conseqüências do pecado (Hb 7:26-27 9:14  1Pe 1:18-20)

f) para sofrer as mesmas tentações que nós humanos sofremos (Hb 2:16-18  4:15-16)

g) para ser o padrão do nosso ‘corpo redimido’ (1Co 15:21-23 e 42-44  Cl 1:18

Por que era necessária as ‘duas naturezas’ de Cristo?

Cristo tinha que ser humano para levar sobre si a culpa do pecado, mas ao mesmo tempo tinha que ser Deus, para poder suportar a justa ira divina, conferindo um valor eterno ao seu sacrifício (Hb 9:23-28)

 

João Calvino disse:

Visto, então, que Deus pos Si só não poderia provar a morte, e que o homem por si só não poderia vence-la, Ele tomou sobre Si a natureza humana em união com a natureza divina, para que sujeitasse a fraqueza daquela a uma morte expiatória, e que pudesse, pelo poder da natureza divina, entrar em luta com a morte e ganhar para nós a vitória sobre ela”.


A UNIPERSONALIDADE DE CRISTO


Cristo mesmo tendo duas naturezas (divina e humana) possuía apenas uma personalidade (hipóstase), na qual reunia perfeitamente suas duas naturezas sem haver fragmentação no seu comportamento.

a) Cristo fala de si mesmo como única pessoa (Jo 17:1, 4-5, 22-23)

b) Os pronomes usados na Bíblia são sempre referentes a uma única pessoa;

c) Jesus é verdadeiro Deus e verdadeiro homem

d) Todos que se referiram a Cristo faziam menção em uma só pessoa (Mt 16:16 1Jo 4:2)

 

OBSERVAÇÃO e atenção às heresias:

·   Nestorianismo: doutrina que pregava que Cristo tinha duas naturezas e duas pessoas.

·   Monofisista, eutiquianismo ou jacobino: acreditavam que Cristo tinha apenas uma natureza e uma pessoa.

Ambas doutrinas foram rejeitadas pelo Concílio de Calcedônia (451 d.C.)

·   Miafisismo: afirmam que em Cristo, a Divindade e Humanidade estão unidas em uma única singular natureza.

·   Arianismo: doutrina que negava a divindade de Cristo. Ele seria a criatura mais excelsa, mas não Deus.

Foi rejeitada no Concilio de Nicéia (325 d.C.)

·   Docetismo: doutrina que defendia que o corpo de Cristo era uma ‘ilusão’ e a crucificação foi aparente.

·   Adocionismo: doutrina que defendia que Cristo nasceu meramente humano, após batismo tornou- se divino.


Confira as fotos:


Foto: Cooperadora Silmara Lessa

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Estudo Bíblico - Cristologia Plenamente homem e plenamente Deus - Parte 2

Ontem, quarta-feira, 05/09/2012, tivemos mais um Estudo Bíblico - E.B.Q.
A Pra. Suze Cristina, abriu o culto com a liturgia de Atos 20:24, em seguida fez uma belíssima oração.
Após, o Pr. Júlio César, trouxe o estudo da noite com o tema: Cristologia plenamente homem e plenamente Deus - Parte 2.

(Liturgia: Romanos 5:15 Versão NTLH) mas existe uma diferença entre o pecado de Adão e o presente que Deus nos dá. De fato, muitos morreram por causa do pecado de um só homem; mas a graça de Deus é muito maior, e ele dá a salvação gratuitamente a muitos, por meio da graça de um só homem, que é Jesus Cristo.


HUMANIDADE IMACULADA DE CRISTO


Cristo era perfeitamente humano, porém:
a)sem pecado (Jo 8:46 2Co 5:21)            b)visto que todos demais pecaram (Rm 3:23 5:12)

Verdadeira Humanidade de Cristo

1)Foi profetizada (Gn 3:15 Is 7:14 Mt 1:22-23)

2)Foi conhecida pois,

a)chamou-se homem e foi chamado   (Mt 4:4 8:20 At 2:22 Rm 5:15)

b)veio em carne   (Jo 1:14 1Tm 3:16 Hb 5:7)

3)Foi demonstrada pois,

a)conta-se a genealogia humana (Mt 1:1 Lc 3:23)

b)nascido de mulher (Mt 1:18 2:11 Lc 2:6-7)

c)tem corpo e alma (Mt 26:26-38 Mc 14:34)

d)nasceu, cresceu, foi uma criança normal (Lc 2:5-7-28)

foi educado pelos pais  (Mt 2:1 Lc 2:6-7)

foi obediente  (Lc 2:51 Hb 5:8)

e)morreu   (Mt 27:50 Jo 19:30)

f)tinha sentimentos humanos, como:

fome (Mt 4:2 21:18)               sede (Jo 19:28)                       cansaço (Jo 4:6)
simpatia (Jo 11:33)                 sono (Mt 8:24)                        chorou (Lc 19:41)
sofreu (Lc 22:44)                    indignou-se (Mc 3:5)              compadeceu-se (Mt 9:36)
admirou-se (Mt 8:10)              amou (Mc 10:21)                    alegrou-se (Jo 15:11)
foi tentado (Mt 4:1)                orou (Mt 14:23 Lc 6:12)

Por que era necessário que o Redentor fosse Deus?

a) para cumprir perfeitamente a Lei, pois ao homem era impossível (Rm 7:14-25)

b) para revelar Deus e a salvação aos homens (Mt 11:27, Jo 1.18  14:11-18 e 1Co 2:9-11)

c) para derrotar definitivamente Satanás, tirando de seu domínio os pecadores (Hb 2:14-15 Jo 12:31  16:11  14:30)

d) para suportar o peso da culpa do pecado de seu povo (Is 53:1-12  Mt 27:46  Gl 3:10-13)

e) para constituir um caminho perfeito, nenhum filho de Adão poderia, nem os anjos (Jo 14:6 1Tm 2:5 1Pe3:18)

f) para apresentar-se como sacrifício perfeito (Hb 7:3  24:28  9:24-25)


Confira a foto


Grupo de Louvor da CAAPE

Foto: Diaconisa Débora Regina R. de Jesus

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Estudo Bíblico - Cristologia - Plenamente homem e plenamente Deus

Ontem, quarta-feira, 29/08/2012, tivemos mais um Ciclo de Estudo e Oração- (C.E.O.).
O Irmão Peter Brancalhone, da Igreja Metodista Livre, deu início abertura do culto, com a liturgia de Atos 6:4.
Em seguida o Pr. Júlio César, trouxe o estudo da noite com o tema:
Cristologia - Plenamente homem e plenamente Deus, Parte 1.




Credo Apostólico
"Creio em Deus o Pai, Todo Poderoso, criador do céu e da Terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho , nosso Senhor, o qual foi concebido pelo Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu ao inferno e ao terceiro dia ressucitou dos mortos, subiu aos céus e está assentado à direita de Deus Pai, Todo Poderoso, de onde virá para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo, na santa Igreja universal, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição do corpo e na vida eterna. Amém."


Liturgia Reflexiva
Mateus 11:27 —O meu Pai me deu todas as coisas. Ninguém sabe quem é o Filho, a não ser o Pai; e ninguém sabe quem é o Pai, a não ser o Filho e também aqueles a quem o Filho quiser mostrar quem o Pai é.

Muitos vêem Jesus como:

Grande Mestre, Grande Revolucionário, Líder Religioso, Humanitário, Profeta, 'quase divino', 'cheio de Deus'...
porém qualquer juízo a respeito de Cristo que, em primeiro lugar, não reconheça o fato de Ele ser Deus encarnado é, na realidade uma diminuição do seu ser, uma ofensa, uma blasfêmia, não um 'elogio'.
Jesus é filho de Deus, é Ele quem abre o nosso entendimento.

Duas naturezas de Cristo (União hipostática)
1) natureza humana: significa corpo mortal e uma alma - espírito (imortal)
2) natureza divina: significa atributos que só Deus tem

A Divindade de Cristo
Abaixo algumas passagens, na Bíblia, onde declara e demonstra de maneira clara que Jesus é Deus.
1) foi profetizada (Sl 45:6-7, Hb 1:8-9, At 2:32-36)
2) reconhecida pelo Pai e Espírito Santo (Mt 3:16-17, Is 42:1)
3) foi reconhecida por Cristo (Mt 11:27, 16:16-17, 25:31)
4) reconhecida pelos discípulos (Jo 1:1-3, Mt 14:33)
5) reconhecida pelos demônios (Mt 8:29, Mc 1:23-24)

Cristo demonstrou as características divinas:
a) Onisciência (Mt 9:4, 11:27, 24:1)
b) Onipresença (Mt 18:20, 28:20)
c) Onipotência (Mt 11:27, 28:18, Lc 7:14)
d) Eternidade (Is 9:6, Mq 5:2, Jo 1:1-2)
e) Imutabilidade (Hb 1:11-12, 13:8)
f) Santidade (Lc 4:34, Jo 6:69, 8:46)
g) Vida em si mesmo e "imortabilidade" (Jo 1:4, 2:19-22, Hb 7:16)

Além disso as obras revelam sua divindade:
a) perdoar os pecados (Mt 9:6, 26:28, Mc 2:5-12)
b) cura miraculosa (Mt 8:13-15, 11:4-5)
c) poder sobre os demônios (Mt : 31-32)
d) poder sobre a natureza (Mt 8: 23-27)
e) autoridade sobre o sábado (Mc 2:27-28)
f) preservação do universo (Jô 1:3-10, 1Co 8:6)
g) autor da salvação e objeto de fé (Mt 1:21, Lc 19:10, Jo 3:16)
h) eleição dos santos (Jô 13:18, 15:16, Ef 1:4)
i) envio do Espírito Santo (Jô 16:7-14)
j) Santificação (Ef 5:25-26)
k) Ressurreição do povo (Jo 6:40)
l) Juízo Final (Mt 7:21-13, At 10:42)

Mesmo perante todas essas obras, ainda existe pessoas que não acreditam que Jesus é Deus.


Confira as fotos:


Grupo de Louvor da CAAPE

Irmão Peter Brancalhone
da Igreja Metodista Livre

Igreja louvando ao Senhor

Testemunho & Benção

A irmã Sabrina, contou dois testemunhos agradecendo a Deus.
Ela nos disse que Deus é maravilhoso e que agiu em sua vida financeira. Estava trabalhando em uma empresa que está fechando, e já faz algum tempo que eles não faziam o acerto dela. Sabrina orou ao Senhor pedindo para Deus para que o pessoal da empresa viesse fazer o acerto, ou seja, aquilo que era justo de receber.
E Deus como é poderoso, concedeu essa benção e a Sabrina recebeu o acerto.Glória a Deus.
A outra benção, é do seu sobrinho Gustavo, ele estava internado e precisou passar por uma cirurgia, e Deus colocou as suas poderosas mãos, onde ocorreu tudo bem.


Fotos: Diaconisa Débora Regina R. de Jesus

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Escola Bíblica de Quarta-feira (E.B.Q.) ODecálogo de Moisés

Quarta-feira, 01/08/2012, tivemos o Ciclo de Estudo e Oração - (C.E.O.).
A Cooperadora Silamara, abriu a reunião com a liturgia de Salmos 37:1-6 Versão NTLH, em seguida fez uma poderosa oração em busca do Espírito Santo de Deus.
Após, o Pr. Júlio César, trouxe o estudo da noite:
O Decálogo de Moisés

Os Dez Mandamentos ou o Decálogo é o nome dado ao conjunto de leis que segundo a Bíblia, teriam sido originalmente escritos por Deus em tábuas de pedra e entregues ao profeta Moisés (as Tábuas da Lei). As tábuas de pedra originais foram quebradas, de modo que, segundo Êxodo 34:1, Deus teve de escrever outras. Encontramos primeiramente os Dez Mandamentos em Êxodo 20:2-17. É repetido novamente em Deuteronômio 5:6-21, usando palavras similares.
Decálogo significa dez palavras (Ex 34,28). Estas palavras resumem a Lei, dada por Deus ao povo de Israel, no contexto da Aliança, por meio de Moisés. Este, ao apresentar os mandamentos do amor a Deus (os quatro primeiros) e ao próximo (os outros seis), traça, para o povo eleito e para cada um em particular, o caminho duma vida liberta da escravidão do pecado.
De acordo com o livro bíblico de Êxodo, Moisés conduziu os israelitas que haviam sido escravizados no Egito, atravessando o Mar Vermelho dirigindo-se ao Monte Horeb, na Península do Sinai. No sopé do Monte Sinai, Moisés ao receber as duas "Tábuas da Lei" contendo os Dez Mandamentos de Deus, estabeleceu solenemente um Pacto (ou Aliança) entre YHWH (ou JHVH) e povo de Israel.


(Liturgia Êxodo 20: 3-17 Versão NTLH)  —Não adore outros deuses; adore somente a mim.
—Não faça imagens de nenhuma coisa que há lá em cima no céu, ou aqui embaixo na terra, ou nas águas debaixo da terra.
Não se ajoelhe diante de ídolos, nem os adore, pois eu, o SENHOR, sou o seu Deus e não tolero outros deuses. Eu castigo aqueles que me odeiam, até os seus bisnetos e trinetos.
Porém sou bondoso com aqueles que me amam e obedecem aos meus mandamentos e abençôo os seus descendentes por milhares de gerações.
—Não use o meu nome sem o respeito que ele merece; pois eu sou o SENHOR, o Deus de vocês, e castigo aqueles que desrespeitam o meu nome.
—Guarde o sábado, que é um dia santo.
Faça todo o seu trabalho durante seis dias da semana;
mas o sétimo dia da semana é o dia de descanso, dedicado a mim, o SENHOR, seu Deus. Não faça nenhum trabalho nesse dia, nem você, nem os seus filhos, nem as suas filhas, nem os seus escravos, nem as suas escravas, nem os seus animais, nem os estrangeiros que vivem na terra de vocês.
Em seis dias eu, o SENHOR, fiz o céu, a terra, o mar e tudo o que há neles, mas no sétimo dia descansei. Foi por isso que eu, o SENHOR, abençoei o sábado e o separei para ser um dia santo.
—Respeite o seu pai e a sua mãe, para que você viva muito tempo na terra que estou lhe dando.
—Não mate.
—Não cometa adultério.
—Não roube.
—Não dê testemunho falso contra ninguém.
—Não cobice a casa de outro homem. Não cobice a sua mulher, os seus escravos, o seu gado, os seus jumentos ou qualquer outra coisa que seja dele.



1) A Lei é a sombra das coisas que estão por vir (Col 2:17)
2) Cristo declarou seu total cumprimento (Mat 5:17-18, Luc 24:44)
3) A Lei não traz justificação (Atos 13:39)
4) A Lei não traz justiça (Gal 2:21)
5) A Lei não traz vida (Gal 3:21)
6) A Lei não traz perfeição (Heb 7:19)
7) A Lei não liberta a consciência do pecado (Heb 10:1-4)
8) A Lei foi dada ao povo de Israel e sua estrita observância (Mal 4:4, Joao 1:17)

Os judeus obedeciam o sábado? (Exo 35:1-3)

E hoje, como fica a Lei para o cristão?
O Espírito de Deus (2 Co 3:6-13)                              O fim da Lei (Rom 10:4)
Jesus precisou cumprir primeiro para seu poder trazer o segundo (graça) (Heb 10:7-9)
O poder da cruz é maior que a Lei (Col 2:14-16)     Vivemos em novidade de Espírito (Rom 7:6)
Morremos para a Lei (Rom 7:4)                                 Estamos debaixo da graça (Rom 6:14)
A Lei nos conduziu a Cristo, já cumpriu seu papel (Gal 3:24-25)
A Lei já teve seu propósito (Gal 3:19, Atos 15:5 e 29)
Deus nos aceita pela graça, não pela Lei (Gal 5:4)   Deus nos aceita pela fé, não pela Lei (Rom 3:21-22)

Lei x Evangelho
a) Lei foi intencionada para uma nação (judaítas) (Mat 4:4), enquanto o Evangelho é para todas as nações. (Mat 28:18-20)
b) A lei (antiga aliança) era baseada no sangue de animais (Ex 24:6-8), enquanto que o Evangelho derrama o "sangue de Cristo" (IPed 1:18-19)
c) Na antiga aliança os "Levitas" que administravam as coisas do templo (Lev 16:1-34), enquanto que no Evangelho é Cristo (Heb 7:16)
d) A circuncisão era o sinal da antiga aliança (Gen 17:11-12), no Evangelho é o batismo (Mat 28:19)
e) A Lei traziam bençãos temporais (Deut 28:1-6), o Evangelho traz vida eterna (1Ped 1:4)
f) A Lei levava a terra de Canaã (Deu 30:5-10), o evangelho à Glória - Nova Jerusalém (Ap 21:2)
g) A Lei ordenava o sábado (Ex 20:8-11), o Evangelho o "Dia do Senhor" (Atos 20:7)
h) A Lei proibia assassinar (Ex 20:13), o Evangelho até o "odiar" (1Jo 3:15)
i) A Lei proibia o adultério (Ex 20:14), o Evangelho até o "olhar malicioso" (Mt 5:28)


Confira as fotos:

Cooperadora Silmara 
fez abertura do culto

Grupo de Louvor da CAAPE
adorando ao Senhor

Diaconisa Maria Cristina
em intercessão pelos
pedidos de oração

Fotos: Diaconisa Débora Regina R. de Jesus

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Estudo Bíblico - EBQ Apóstolo Bartolomeu

Ontem, quarta-feira, 30/05/2012, tivemos mais um Estudo Bíblico - EBQ, abençoado.
A Pra. Suze Cristina, abriu a reunião com a liturgia de Salmos 19:7e8, em seguida fez uma lindíssima oração.
Após, o Pr. Júlio César, trouxe o estudo da noite sobre o Apóstolo Bartolomeu.


São Bartolomeu Apóstolo foi um dos apóstolos de Jesus Cristo.
Seu nome vem do aramaico, com uma referência patronímica: Bar Talmay - filho de Talmay, (filho de Tomai)
Há historiadores que também mantêm uma referência patronímica, mas dá outro significado para o nome: Bar Ptolomeu - Filho de Ptolomeu. Esta última hipótese não é inverossímil, visto que Ptolomeu (suposto pai de Bartolomeu) possuía um prenome grego, e a cultura grega tinha uma grande influência na Judéia da época.
Nenhuma narração bíblica lhe enfoca especialmente e seu nome consta apenas nas listas dos doze. No entanto, segundo a tradição, ele é o Natanael de que falam outras passagens, e isso fica evidente através da comparação entre os quatro Evangelhos. Natanael significa "Deus deu" - o significado desse nome fica claro levando-se em conta que ele vinha de Caná, onde deve ter testemunhado a ação de Jesus nas Bodas de Caná (Jo 2, 1-11).
Como narra a Bíblia, São Filipe comunicou a Natanael (São Bartolomeu) que havia encontrado o Messias, e que esse provinha de Nazaré, ao que Natanael responde dura e preconceituosamente: "De Nazaré pode vir alguma coisa boa?" (Jo 1:46a). Essa observação é importante indicador das expectativas judaicais quanto à vinda do Messias, então tidas.
No seu primeiro encontro com Jesus, recebe um elogio: "Aqui está um verdadeiro Israelita, em quem não há fingimento" (Jo 1: 47), ao qual o apóstolo responde: "Como me conheces?". Jesus responde de forma que não podemos compreender claramente somente através das Escrituras: "Antes que Filipe te chamasse, eu te vi quando estavas sob a figueira". Com certeza se tratava de um momento crítico e decisivo na vida de Natanael. Após essa revelação de Jesus, Natanael faz a sua adesão ao Mestre com a seguinte profissão de fé: "Mestre, tu és o filho de Deus, tu és o Rei de Israel". (Jo 1: 49).
Segundo fontes históricas, São Bartolomeu teria pregado o cristianismo até na Índia. Outra tradição diz que o apóstolo morreu por esfolamento em Albanópolis, atual Derbent, na província russa de Daguestão junto ao Cáucaso, a mando do governador, tanto que na Capela Sistina ele é pintado segurando a própria pele na mão esquerda e na outra o instrumento de seu suplício, um alfange. Segundo a Igreja Católica, mais tarde suas relíquias foram levadas para a Europa e jazem em Roma, na Igreja a ele dedicada.

Podemos, então, aprender com Bartolomeu, a fé genuína no Senhor e a sinceridade que ele era para com Deus. Ele foi um homem fiel e verdadeiro a Deus.
E você tem sido fiel, verdadeiro e sincero com Deus?


Confira as fotos:



Grupo de Louvor da CAAPE


Grupo de Louvor com a participação
especial do irmão 
João Bossa


Momento de oração e intercessão
pelos pedidos de oração

Fotos: Diaconisa Débora Regina. R. de Jesus

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Estudo Bíblico - EBQ Apóstolo Simão, o zelote

Ontem, Quarta-feira, 09/05/2012, tivemos mais um Estudo Bíblico- EBQ, e também contamos com a partição especial do Ministro de louvor Everton Soares.
A Pra. Suze Cristina, abriu a reunião com a liturgia de II Tessaliniceses 2.13-17, em seguida fez uma belíssima oração.
Após, o Pr. Júlio César, trouxe o estudo da noite, onde falou sobre a vida do Apóstolo Simão, o zelote.

(Liturgia Mateus 10:7-10)  Vão e anunciem isto: “O Reino do Céu está perto. ”
Curem os leprosos e outros doentes, ressuscitem os mortos e expulsem os demônios. Vocês receberam sem pagar; portanto, dêem sem cobrar. 
Não levem guardados no cinto nem ouro, nem prata, nem moedas de cobre. 
Nesta viagem não levem sacola, nem uma túnica a mais, nem sandálias, nem bengala para se apoiar, pois o trabalhador tem o direito de receber o que precisa para viver.


Simão, dito Simão, o Zelote ou Simão, o Cananeu, foi um dos discípulos de Jesus Cristo que fazia parte do grupo dos doze apóstolos, é um dos apóstolos menos conhecido de Jesus.  É referido como o Cananeu de acordo com o Livro de Mateus e como o Zelote no Livro de Lucas e em Atos dos Apóstolos.
A palavra grega Cananeu e a palavra Zelote, derivada do aramaico, significam a mesma coisa: "zeloso". Supõe-se por esse apelido que Simão pertencia à seita judaica conhecida como zelotes.
Provavelmente existem duas razões pelas quais o nome dele é sempre especificado como “o zelote”, ou uma palavra semelhante.
A primeira razão seria para que não houvesse confusão com  Simão Pedro. Ambos tinham o mesmo nome e era necessário fazer uma distinção entre eles. Não sabemos quem começou a chamar o outro de “zelote”.
A segunda razão, sem dúvida, é que esse nome descrevia seu caráter ou sua lealdade, tanto no passado como no presente. Além dos nomes de família, tais designações eram comuns entre os apóstolos.
Provavelmente a melhor explicação a respeito de Simão, o zelote, seja devido à sua personalidade, caráter ou atividades passadas. A descrição dele como “o zelote” numa passagem que relata uma situação posterior à ressurreição de Cristo (At 1.13) implica que qualquer que fosse o motivo da designação, ele continuou o mesmo. Se essa idéia estiver correta, seria entendido como “o zelote”, talvez pelo seu zelo geral ou especificamente em relação a Jesus Cristo.
Por outro lado as passagens nos evangelhos sinópticos (Mt 10.4; Mc 3.18; Lc 6.15) ocorrem exatamente no início do ministério de Jesus. Nesse aspecto é muito mais provável que “zelote” refira-se ao partido político nacionalista que existia no judaísmo, naquela época. Essa hipótese é apoiada pela palavra grega traduzida como “zelote”, em Mateus 10.4 e Marcos 3.18. A palavra é cananaios , que é outro termo para a seita judaica dos zelotes. È claro que é bem possível que o antigo zelo nacionalista de Simão tenha-se transformado numa lealdade intensa a Jesus, caso em que ambos os nomes estariam presentes. Qualquer que seja o motivo, o papel de Simão, o zelote, como apóstolo de Cristo é um exemplo magnífico da graça transformadora de Deus e também como o Senhor usa pessoas drasticamente diferentes para realizar seus propósitos. 
Não se sabe ao certo qual teria sido o ministério de Simão posteriormente. Algumas tradições o colocam como grande auxiliador no estabelecimento do cristianismo no Egito, juntamente com São Marcos e Filipe na Síria. Sua pregação era bem parecida com a dos outros quatro apóstolos que foram para o Oriente, tida por alguns como ascética e judaica, tal como aquelas preservadas na Epístola canônica de Judas.
Encontrou o martírio na cruz ou, segundo outras tradições menos seguras, pela fogueira, na Armênia, outros dizem que foi morto depois de negar sacrificar ao deus Sol, juntamente com Judas Tadeu, mas a tradição católica diz que Simão foi martirizado sendo cortado ao meio vivo por um serrote.

Podemos aprender com Simão o zelote, a fidelidade que ele tinha para com Deus,  o amor, a leladade. 
Assim, devemos ser com Senhor, Ele espera isso de todos nós.
Muitas vezes achamos que Deus nos abandonou, quando na verdade, somos nós que nos esquecemos Dele e ainda sim, Ele continua nos amando e derramando sua graça sobre as nossa vidas.
Faça o melhor pra Deus!
Confie mais no Senhor, tenha esperança, acredite!



Confira as fotos:


Grupo de Louvor e a participação especial
do Ministro de Louvor
Everton Soares

Igreja em adoração ao Senhor


Testemunho & Benção

A irmã Eva, contou emocionada, o que Deus fez na sua vida.
Ela disse, muito agradecida ao Senhor, que teve um príncipio de AVC,
e que o tempo todo esteve em oração, e confiante no Senhor, que Ele iria livra-la desse mal.
E pra honra e glória do Senhor, ela está curada.
Glória a Deus!

A Cooperadora Elaine, contou agradecida a Deus, pela benção recebida.
Ela disse, que havia perdido uma quantia em dinheiro, onde usaria o mesmo para pagar conta,e nao achava.
Foi, então, que ela orou e Deus mostrou a ela onde estava o dinheiro, e quando achou tinha muito mais do que ela precisava para pagar a conta.
Deus é fiel!












Fotos: Coop. Simara e Coop. Elaine

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Estudo Bíblico de Quarta - Apóstolo São Judas Tadeu

Ontem, quarta-feira, 02/05/12 tivemos mais uma E.B.Q. (Escola Bíblica de Quarta) e um C.E.O. (Ciclo de Estudo e Oração).

A reunião foi aberta de forma magnífica pela Diaconisa Vera Lúcia Loureiro Ronqui, que exortou a Igreja a não murmurar, mas sim, dar graças a Deus por tudo!

Em seguida, o Pr. Júlio César trouxe o Estudo Bíblico.




CICLO DE ESTUDO E ORAÇÃO (C.E.O.)

Escola Bíblica de Quarta-Feira (E.B.Q.)

Estudo de 02/05/12

Tema: Os Apóstolos do N.T.

São Judas Tadeu era natural de Caná da Galiléia, na Palestina. Sua família era constituída do pai, Alfeu (ou Cléofas) e a mãe, Maria Cléofas. Eram parentes de Jesus.

O pai, Alfeu, era irmão de São José; a mãe, Maria Cléofas, prima irmã de Maria, mãe de Jesus. Portanto, Judas Tadeu era primo irmão de Jesus. O irmão de Judas Tadeu, Tiago, chamado o Menor, também foi discípulo de Jesus.

Seus outros nomes são: Judas Tadeus, Judas Lebeus e Judas, irmão de Tiago. Ele é também conhecido como São Tadeu (em grego: Θαδδαῖος, transl. Thaddæus ou Thaddaeus em diferentes versões da Bíblia), e como São Matfiy (Фаддей, он же Иуда Иаковлев или Леввей, em russo) na tradição ortodoxa russa (junto com São Judas). Ele é às vezes identificado como sendo Judas, "irmão de Jesus”, mas não deve ser confundido com Judas Iscariotes, também outro apóstolo, que traiu Jesus.

A Bíblia trata pouco de Judas Tadeu. Mas aponta o importante: Judas Tadeu foi escolhido por Jesus, para apóstolo (Mt 10,4). É citado explicitamente nas Escrituras pelo evangelista João (Jo 14,22).

Na ceia, Judas Tadeu perguntou a Jesus: Mestre, por que razão hás de manifestar-te só a nós e não ao mundo?” Jesus lhe respondeu afirmando que teriam manifestação dele todos os que guardassem sua palavra e permanecessem fiéis a seu amor.

Diz a tradição que após ter recebido o dom do Espírito Santo, Judas Tadeu iniciou sua pregação na Galiléia. Passou para a Samaria e Iduméria e outras populações judaicas.

Pelo ano 50, tomou parte no primeiro Concílio, o de Jerusalém. Em seguida, foi evangelizar a Mesopotâmia, Síria, Armênia e Pérsia. Neste país recebeu a companhia de outro apóstolo, Simão.

A pregação e o testemunho de Judas Tadeu impressionaram os pagãos que se convertiam. Isto provocou a inveja e fúria contra o apóstolo, que foi trucidado, a golpes de cacetes, lanças e machados. Isso, pelo ano 70 d.C..

Para a tradição Católica, a brevíssima Carta de Judas, seria de autoria de Judas Tadeu. A Carta com apenas um capítulo, é uma severa advertência contra os falsos mestres e um convite a manter a pureza da fé. Nos versículos 22-23 propõe pontos fundamentais de um programa de vida cristã: fé, oração, auxílio mútuo, confiança na misericórdia de Jesus Cristo.

Para a tradição Protestante, o Livro de Judas na realidade teria sido escrito por Judas, irmão de sangue de Jesus e não por Judas Tadeu, sendo este último “primo”.

Judas Tadeu foi mártir, quer dizer: mostrou que sua adesão a Jesus era tal, que testemunhou a fé com a doação da própria vida.

Os restos mortais, após terem sido guardados no Oriente Médio e na França, foram definitivamente transferidos para Roma, na Basílica de São Pedro.

Fonte: Wikipédia, Bíblia Sagrada de Estudo Plenitude,

Dicionário Bíblico Vida Nova, Derek Williams

Quem é quem na Bíblia Sagrada, Paul Gardner


Confira as fotos:

Diaconisa Vera Lúcia Loureiro Ronqu abrindo a reunião

Grupo de Louvor da Caape, participação especial do irmão João Bossa

Diaconisa Maria Cristina Hayafugi


fotos: Diaconisa Débora Regina Ronqui de Jesus

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Estudo Bíblico-EBQ - Apóstolo Judas Iscariotes

Qaurta-feira, 25/04/2012, tivemos mais um Estudo Bíblico-EBQ, onde contamos com a participação especial do irmão João Bossa no grupo de louvor e em seguida, Cantor Paulo Alves louvou ao Deus com uma belíssima canção.
A Pra. Suze Cristina, abriu o culto com uma linda oração.
Após, o Pr.Júlio César, trouxe o estudo da noite, onde falou sobre o Apóstolo Judas Iscariotes.
Judas Iscariotes (em hebraico יהודה איש־קריות, Yehudhah ish Qeryoth; em grego bíblico Iouda Iskariôth ou Iouda Iskariotes) Judas, em grego Ioudas, é uma helenização do nome hebraico Judá (יהודה, Yehûdâh, palavra que significa "abençoado" ou "louvado"), sendo, por sinal, o nome de Apóstolo que mais vezes aparece nos Evangelhos (vinte vezes) depois do de Simão Pedro.
Judas Iscariotes, foi um dos 12 Apóstolos de Jesus Cristo, mas praticamente nada se sabe sobre ele, exceto que traiu e entregou o Filho de Deus às autoridades. Até mesmo o significado do nome “Iscariotes” é incerto. Alguns comentaristas o relacionam com a palavra “sicário”, ou seja, “o homem da adaga” (é o nome genérico de um tipo de espada curta, de perfuração, com duplo corte de têmpera forte, serrada ou compacta), a fim de especular que provavelmente fez parte do partido    revolucionário dos zelotes. Outros Propõem significados como “o falso”, “aquele que livra”, “homem da cidade” (isto é, Jerusalém). Uma interpretação mais antiga e a mais amplamente aceita é “o homem de Queirote”, que tanto se refere a uma cidade na região de Moabe, como a uma pequena vila do sul da Judéia, entretanto, mesmo esta proposta é totalmente incerta.
Os três Evangelhos sinóticos apresentam basicamente o mesmo proceder de Judas.
Marcos, considerado o mais antigo, registra a descrição mais simples. Ele é mencionado pela primeira vez na lista dos Apóstolos (Mc 3.19), onde é citado como “Judas Iscariotes, que traiu”. Todas as outras referências estão no capítulo 14, no relato sobre a traição: Judas fez um acerto com os chefes dos sacerdotes, os quais concordaram em dar-lhe dinheiro (vv. 10,11), Jesus referiu-se a ele indiretamente durante a Última Ceia (vv. 18-21), imediatamente depois da agonia de Cristo, no Jardim Getsêmani, Judas chegou com uma multidão, deu-lhe um beijo (o sinal combinado), e Jesus foi preso (vv. 43-46).
Todo este relato tem um paralelo nos evangelhos de Mateus e Lucas. Cada um deles, entretanto, reflete uma perspectiva distinta.
Em Mateus, por exemplo, acrescenta o detalhe de que os chefes dos sacerdotes pagaram 30 moedas de prata (Mt 26.15). Não é uma quantia muito grande em dinheiro, por isso, alguns comentaristas especulam que se tratava apenas de um sinal, ou seja, parte do pagamento. Outros argumentam que este detalhe não é histórico, mas apenas o resultado do desenvolvimento redacional. Mateus também é o único evangelho que menciona o remorso de Judas, o qual o levou a cometer o suicídio (Mt 27.3-5). Além disso, acrescenta que os sacerdotes recolheram o dinheiro que foi devolvido por Judas e compraram um campo destinado à construção do cemitério para estrangeiros, este evento confirma o cumprimento das Escrituras (Mt 27.6-7 com citação de Zc 11.12-13).
Lucas, por sua vez, distingue-se por fazer um comentário inicial de que Judas fez um acordo com os sacerdotes, porque Satanás entrara nele (Lc 22.3). Também relata de forma um pouco diferente a referência indireta que Jesus fez a Judas durante a Última Ceia (Lc 22.21-23) e abrevia a narrativa da própria traição (Lc 22.47,48). No livro de Atos, entretanto, Lucas registra algumas informações inéditas. Pedro, ao falar aos crentes algum tempo depois da morte e ressurreição de Jesus, destacou que a traição e a morte de Judas cumpriram as palavras de Davi (At. 1.15-20; Sl 69.25; 109.8). A passagem de Atos inclui um relato das circunstâncias que cercaram a morte de Judas que difere da narrativa de Mateus. Várias sugestões são apresentadas sobre a possível harmonização das duas passagens, mas é difícil a reconstituição dos detalhes com certeza.
Em contraste com os sinóticos, o evangelho de João destaca-se por enfatizar as características negativas de Judas em vários pontos da narrativa. É interessante notar que, no relato da própria traição, João não registra nenhuma interação entre Jesus e Judas (não faz menção ao beijo, em particular). No capítulo 6, entretanto, no contexto de uma discussão sobre o verdadeiro e o falso discípulo, João registra as palavras de Jesus: “Não vos escolhi eu os dozes? Contudo, um de vós é um diabo” (Jo 6.70). No versículo seguinte, João explica que Jesus se referia a Judas, que logo depois o traiu. Desta maneira, o autor levanta explicitamente um problema teológico que cada leitor dos evangelhos enfrenta: como Judas foi escolhido por Jesus, para em seguida ser o traidor?
O retrato negativo que João faz de Judas também é óbvio no relato sobre a unção de Jesus, feita por Maria (Jo 12.1-8). Devido ao fato de ela derramar um perfume muito caro nos pés de Jesus, Judas reclamou que o perfume era valioso e se vendido, o dinheiro seria útil aos pobres. João, então, comenta: “Ele disse isso, não pelo cuidado que tivesse dos pobres, mas porque era ladrão; tendo a bolsa, tirava o que nela se lançava” (v 6). Os evangelhos sinóticos não fazem nenhum comentário deste tipo sobre Judas e por isso a autenticidade histórica desses relatos é questionada por alguns comentaristas, mas sem razão suficiente (mesmo os teólogos mais céticos reconhecem que o evangelho de João preserva tradições históricas não registradas nos sinóticos).
Nos evangelhos sinóticos, o relato da predição de Jesus sobre a traição de Judas, durante a Última Ceia, é semelhante, contudo, é expandida em João 13. Logo no inicio da passagem, a Bíblia diz: “Durante a ceia, tendo já o diabo posto no coração de Judas, filho de Simão, que o traísse...”(v.2) No verso 18 João levanta novamente o problema que envolvia a escolha de Judas: “Não falo de todos vós; eu conheço os que escolhi. Ma isto é para que cumpra a Escritura: O que come o pão comigo, levantou contra mim o seu calcanhar” (citação do Sl 41.9). Somente João vai adiante e diz que “tendo Jesus dito isto, perturbou-se em espírito, e afirmou: Em verdade, em verdade vos digo que um de vós me trairá” (v. 21). Cristo identificou o traidor como aquele para quem desse o pedaço de pão: “Então, molhando o pedaço de pão, deu-o a Judas Iscariotes. Assim Judas tomou o pão, entrou nele Satanás” (vv. 26-27). João também relata que Jesus disse a Judas: “O que estás prestes a fazer, faze-o depressa” (v.27) e depois disso Judas saiu da sala. O parágrafo termina com as palavras sugestivas: “E era noite” (v.30).
João relata, que no contexto da assim chamada oração sacerdotal, Jesus referiu-se à traição de Judas. “Estando eu com eles no mundo, guardei-os no nome que me deste. Nenhum deles se perdeu, senão o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura” (Jo 17.12). Aqui, o enigma sobre Judas torna-se ainda mais complicado, porque relaciona-se com a proteção de Jesus sobre os discípulos. Como seria possível que alguém, escolhido por Cristo para fazer parte do grupo dos doze, fosse destruído? A questão talvez seja vista de outro ângulo: como Jesus escolheu, ciente de que ele seria destruído? A resposta dada na própria passagem sai das profundezas os mistérios divinos: de acordo com as Escrituras, Judas destinava-se à destruição.
Para a mente moderna, tal resposta de maneira alguma proporciona uma solução. De fato, através dos séculos a figura de Judas tem fascinado muitos pensadores os quais tentam dar explicação para o seu comportamento. A abordagem mais comum é a sugestão de que ele foi compelido pelo amor a dinheiro. Essa proposta parece ter algum apoio nos comentários de João 12.6; mas é interessante notar que este evangelho não faz menção do arranjo financeiro feito entre Judas e os sacerdotes. Além disso, a quantia de dinheiro considerada relativamente pequena, dificilmente motivaria uma ação de tal magnitude.
De fato pelo texto Bíblico não ter nenhuma outra informação, qualquer tentativa adicional para explicar o comportamento de Judas envolve muita especulação: inveja dos outros discípulos, amargura por ver suas esperanças materiais se desvanecerem, medo das repercussões políticas. Uma teoria que conseguiu atrair atenção sugere que Judas tentava forçar os acontecimentos. Em outras palavras, por meio da traição, Jesus seria coagido a assumir seu papel messiânico e entrar em ação (alguns vêem aqui até mesmo reflexo da tentação de Cristo. Onde o diabo desejava que ele demonstrasse seu poder de forma inadequada).
Dificilmente alguém conseguirá provar que qualquer uma dessas hipóteses esteja certa ou errada.
A narrativa bíblica não deixa sombra de duvidas de que Judas era um agente humano responsável – o que ele fez, fez porque quis, e não pelo fato de ter sido impelido a fazê-lo, mesmo contra sua vontade. Por outro lado em João 17.12, deixa claro que a própria vontade de Deus engloba a história, que inclui até mesmo o pior pecado da humanidade (At 2.23).
A figura de Judas serve como um lembrete de que o pecado é algo terrível, mas a morte de Cristo é o poder de Deus para efetuar a salvação de seu povo.
Há duas versões para seu suicídio. Mateus nos conta que ele se suicidou enforcando-se (Mt 27: 3 a 10). Em Atos 1:18, Lucas descreve que ao “precipitar-se, rompeu-se pelo meio e todas as suas entranhas se derramaram”.


Ninguém quer levar o nome de Judas Iscariotes. 
Os nomes dos demais apóstolos tem sido copiados por muitos, porém o de Judas até hoje não conheço uma pessoa com o nome de Judas Iscariotes, este nome permanece, só e triste através dos séculos.
Por que?
Porque está manchado com o estigma da traição. E em vez de recriminação, o discípulo traidor é digno de pena. 
E nós, muitas vezes, sem levarmos o nome dele, temos caído contudo no mesmo erro.
Judas, deve servir-nos de uma grande admoestação:
o perigo da negligência. O pecado não se apodera do coração repentinamente, senão aos poucos, Pedro, ainda que descuidou as vezes e caiu, soube levantar-se a tempo antes que fosse tarde demais.
Por isso, estejamos atentos todo o tempo, fugindo de toda aparência do mal, vigiando e orando.


Confira as fotos:




Grupo de Louvor e a participação 
especial do irmão João Bossa


Cantor Paulo Alves


Diaconisa Vera intercedendo
pelos pedidos de oração


Testemunho & Benção

  Cooperador João Lima, contou muito feliz e agradecido a Deus pela benção recebida.
Já faziam alguns meses, que ele precisava de outro veículo para trabalhar, e Deus concedeu essa benção a ele, na qual obteve outro carro sem precisar vender o que já tinha.
Glória a Deus!












Fotos: Diaconisa Débora Regina R. de Jesus

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